terça-feira, 9 de abril de 2013

Capítulo 20: Trinity College Library and Malahide Castle.


"Se você falar com o homem numa linguagem que ele compreende, isso entra na cabeça dele. Se você falar com ele em sua própria linguagem, você atinge o seu coração". 

Nelson Mandela

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Antes de mais nada gostaria de agradecer demais a você. Sim, você mesmo que está lendo esse blog agora. Para de olhar para trás, é você mesmo. Ah, você clicou aqui sem querer? Tudo bem. Mesmo assim meu muito obrigado. Apesar de apenas cinco meses de funcionamento, fico honrado com as mais de 4 mil visitas de várias partes do mundo. Pessoas começando a me procurar para tirar dúvidas sobre o intercâmbio, pegar informações sobre a Irlanda, minha vida, vídeos, etc... enfim, VALEU! 

Para você que ainda não sabe, coloquei uma opção aqui do lado direito do blog do Google Tradutor. Como escrevo apenas para o público brasileiro, preferi optar por escrever em português (faz sentido!), e mesmo sabendo da tradução safada que o Google Tradutor oferece, é uma opção para os gringos. Mas, pensando bem, porque estou escrevendo esse parágrafo em português? Não fez sentido nenhum e você perdeu 2 minutos da sua vida lendo essa baboseira. Desculpe.


Mas vamos ao capítulo propriamente dito, e comecemos pela BIBLIOTECA DA TRINITY COLLEGE.

Me interessei pelo lugar por estar dentro da principal universidade da Irlanda e por conter uma série de livros antigos. Oi? Tá bom, é mentira. Me interessei mesmo porque ouvi falar que tinham gravado o Harry Potter lá, e como leitor dos livros quis conhecer. 

A biblioteca tem alguns fatos interessantes, como ser a biblioteca com o maior acervo de publicações da história da Irlanda, com inúmeros exemplares em uma sala muito grande e bonita. Se você viu o filme, sabe do que estou falando. Contém o famoso "Livro de Kells", manuscrito rarissimo e peça fundamental do cristianismo irlandês. 

Mas em um geral? É meia-boca total. Valeu por tirar algumas fotos e ver algumas gravuras do manuscrito, mas em 20 ou no máximo 30 minutos você já está procurando a saída. 

Fatos curiosos: 

- Não há menção do filme Harry Potter em nenhum lugar, mas os funcionários do local (e a internet) te fornecem estas informações. 
- O Arquivo Jedi, do Templo Jedi, no filme "Star Wars II: O Ataque dos clones" é baseada na biblioteca.

Preço que paguei: 8 euros (estudante).
Preço justo: 3 euros.


Mudando o assunto de pato para ganso, falemos agora sobre o CASTELO DE MALAHIDE.

Este Castelo é um dos mais famosos e tradicionais na região de Dublin e arredores. Para ser mais preciso, Malahide é um vilarejo próximo a Dublin. 

Nunca havia estado em um lugar parecido antes, e saber que o mesmo tem mais de 900 anos - quase o dobro de tempo do que o meu próprio país - é muito louco!

A área ao redor do Castelo é de aproximadamente 250 acres e, historicamente pertenceu a Família Talbot até 1975, quando passou a pertencer ao Governo Irlandês e anos mais tarde ser aberto ao público.

Dentro do Castelo você faz um tour guiado, e conhece várias salas, curiosidades, modos de vida, objetos peculiares da época e histórias sobre os fantasmas que habitavam (ou habitam, vai saber) no local.

Acabei indo em um dia que, apesar do sol, estava um vento muito gelado e uma temperatura bem baixa. Porém, se você for no verão (o que é mais aconselhável, até porque os horários de visitação são mais flexíveis), o "jardim" do Castelo é uma ótima área para você passar o tempo fazendo um piquenique, lendo um livro, conversando com os amigos, namorando ou mesmo relaxando com uma bela paisagem.

Para chegar lá é bem fácil. Você pode pegar o ônibus 42 na Lower Abbey Street (no Centro de Dublin), e ficar atento quando avistar a área do Castelo. É bem perceptível o local.

Preço que paguei: 8,50 euros (estudante).
Preço justo: 8,50 euros. 


Thiago "Tôca" Santos

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Capítulo 19: Corra que os brasileiros vem aí?



"Cada pessoa que passa em nossa vida, passa sozinha, é porque cada pessoa é única e nenhuma substitui a outra! Cada pessoa que passa em nossa vida passa sozinha e não nos deixa só porque deixa um pouco de si e leva um pouquinho de nós. Essa é a mais bela responsabilidade da vida e a prova de que as pessoas não se encontram por acaso."

Charles Chaplin

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Antes de vir para a Irlanda, enquanto ainda me preparava para esta viagem, um dos conselhos que mais ouvi - depois de "leve uma blusa", e "não precisa ter pressa para voltar"- foi em relação a "FUGIR DOS BRASILEIROS". 



E aqui, cabem inúmeros exemplos dos jeitos que eles me foram transmitidos. Cada um de acordo com a própria experiência, conhecimento, opinião própria ou simplesmente da boca pra fora. 

Passados quase seis meses aqui, sinto que tenho base para falar sobre o assunto e dar a minha opinião sobre tal. Não acredito ser a verdade universal, apenas o meu ponto de vista e o jeito como resolvi encarar esta situação.

Meu principal objetivo em vir para cá era aprender e aprimorar a língua inglesa. E, sem dúvida, realizar o sonho antigo de morar fora, me virar sozinho, crescer, amadurecer, e todo o mais que sempre repito com quem conversa comigo sobre esta experiência.

Pois bem, se vim para aprender o INGLÊS, nada melhor do que falar bastante o idioma. Certo? Certo. Mas relacionar o fato de querer aprender inglês com o fato de menosprezar todos os brasileiros daqui para mim não faz muito sentido. Afinal, a minha base de inglês eu conquistei no Brasil, que até onde eu sei, a maioria de sua população é constituída de brasileiros. Ou estou enganado?




Cabe a você tomar as suas decisões e resolver o jeito que você vai se organizar aqui. Você não precisa andar apenas com brasileiros e falar português o dia inteiro, mas não espere ajuda de nenhum italiano, alemão, espanhol, ou seja o que for a nacionalidade quando você precisar de ajuda, principalmente relacionada a trabalho. Não que eles sejam sacanas, eles podem até vir a ajudar, mas essa hora um "irmão canarinho" vai fazer a diferença.

E outra, como eu vou reclamar dos brasileiros com o velho papo de estarem em todos os lugares, se eu estou COLABORANDO para isso no momento? Estariam estas pessoas reclamando de si próprias sem saber? Santa incoerência.

No começo estamos pilhados para falar inglês o tempo todo. Nos programamos para falar inglês com os brasileiros, ler o jornal, ver a televisão, ir para os PUB's para trocar ideia com os estrangeiros. Porém, observo que com o tempo essa prática perdeu e muito a sua força. Em minha própria escola, éramos um grupo de franceses, brasileiros, espanhóis, etc, todos juntos e misturados, mas com o passar do tempo, cada um meio que seguiu para a sua própria tribo. Eu mesmo ando com muitos brasileiros aqui, e até moro com eles. Não sei se é a cultura, o jeito, as conversas, o costume, mas isso não aconteceu só com nós, mas sim com todas estas nacionalidades que citei acima.





Sim, falei que moro com brasileiros. Outro "conselho" que ouvi muito negativamente, e digo com toda sinceridade que não poderia ser melhor. Nos adaptamos muito bem, temos a nossa programação, e não tivemos problemas de comunicação ou desentendimentos (até o momento). Sucesso! E aí você pode argumentar que o fato de só falamos português em casa pode ser ruim. E aí que eu digo que você está enganado. Morar com estrangeiro pode ser muito legal e pode te beneficiar um pouco neste sentido. Mas até aí dizer que isto é um diferencial para o seu aprendizado, é demais.

Vou para a escola todos os dias pela manhã. Quando estou em casa vejo muita televisão, leio livros e vejo filmes e séries. Procuro combinar alguns rolês com alguns amigos estrangeiros, e conversar bastante na escola para aprimorar. O resultado? Totalmente positivo. Tenho certeza que estou aprimorando muito o meu inglês, mesmo tendo bastante o que aprender ainda. Sinto ele diferente de quando eu cheguei.

Resumidamente, você que está pensado em fazer uma viagem como esta, vai o meu conselho: não ande apenas com brasileiros ou fale português o dia inteiro, porque você poderá viver o tempo que for aqui, e não aprenderá o inglês. Mas, não os despreze. Não seja incoerente com você mesmo. Temos inúmeros meios para o aprendizado, cabe a você traçar o seu objetivo.

Thiago "Tôca" Santos

sexta-feira, 29 de março de 2013

Capítulo 18: Vivendo no sufoco!

Um thriller alucinante de um homem sem tempo a perder. 

"Um soco no estômago" - The New York Times

"Simplesmente, brilhante!" - José Wilker

Ganhador do Sundance Film Festival 2013

Indicação ator coadjuvante - Marcel - Oscar 2014.


segunda-feira, 18 de março de 2013

Capítulo 17: St. Patrick's Day

St. Patrick's Day é a festa anual que celebra Saint Patrick, um dos padroeiros da Irlanda, e é comemorado no dia 17 de março pelos países que falam a língua inglesa. Essa data é normalmente medida pela autoridade da igreja. As pessoas vestem trajes verdes, saindo as ruas em longa caminhada festiva. Hoje, o Saint Patrick's Day é provavelmente o mais amplamente comemorado dia de santos no mundo.

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Depois dessa introdução surrupiada do Wikipédia, vamos ao que realmente é o dia de Saint Patrick. 


Quando cheguei aqui na Irlanda, foi justamente no final de semana do Halloween. E, por ser o país em que esta festa é originária, fiquei impressionado com o quanto eles levaram a sério a brincadeira de andarem fantasiado e de fazerem festa para comemorar a data. Pais com seus filhos na rua, pub's decorados e, muitas lojas vendendo os seus assustadores produtos. Literalmente, uma semana negra.

E, partindo do preto pro verde, ontem comemoramos o Dia de São Patrício. Como no Halloween, a festa apesar de recentemente (1997) ter se tornado um evento público, já é bastante tradicional. Durante toda a semana a escola de inglês que estou estudando preparou eventos e atividades relacionadas, e por toda a cidade as decorações nas casas, as bandeiras irlandesas por todos os lados, e os chapéus de leprechauns nas cabeças das pessoas já nos davam a ideia do que seria o dia dezessete.

Admiro muito isso de como este povo do lado de cá do oceano preserva, cultiva e celebra as suas tradições. Apesar da chuva, e um pouco de neve logo cedo, muita gente foi prestigiar a parada - que é dividida em duas partes - e passar o dia nas ruas de Dublin e, ao redor da Irlanda. Muitas famílias, muitas crianças, todos com a camisa ou bandeira da Irlanda, entoando hinos e canções as quais as letras são entoadas de suas bocas desde a mais tenra infância.


Apesar de todo esse aspecto tradicional e cultural, é lógico que a ala mais "jovem" da população aproveita a festa regada de muita cerveja, cerveja e cerveja. Já é do conhecimento de todos que o povo irlandês é bom de copo, e você tem que pensar muito bem antes de entrar em alguma competição ou bater uma aposta em algo relacionado a isso com eles. E, nesse dia não seria diferente, muito pelo contrário.

Não se compara ao carnaval brasileiro, como muitos dizem, até porque é bem diferente e não tem porque comparar as duas festas. Mas, sem dúvida, que as pessoas ficam malucas, e o nível de álcool no corpo se equipara com o sanguíneo. Os pub's ficam lotados, você demora séculos para conseguir chegar ao caixa e pedir uma cerveja. Os supermercados não vendem bebida alcóolica no dia até às 16h, e é terminantemente proibido beber nas ruas. Se a polícia local te ver fazendo isso, ela gentilmente pede a lata ou o copo, derrama fora o líquido na sua frente e joga fora o objeto. 


Resumindo, é tradição regado de bebida. E o clima é sensacional. É tudo festivo, energia boa no ar. E o melhor de tudo, o dia seguinte (hoje no caso) é feriado. As pessoas com "hangover" agradecem.

Já bebeu hoje? Se pretende fazer, apesar de um dia atrasado, lembre-se que o primeiro gole é para o santo. E no caso, o tal do Patrício. 

Cheers

Thiago "Tôca" Santos


sábado, 2 de março de 2013

Capítulo 16: Carnairlanda, parte 2.

Carnaval é a festa que se originou na Grécia, em meados dos anos 600 a 520 a.C. O Carnaval moderno, feito de desfiles e fantasias, é produto da sociedade vitoriana do século XIX. 

E aí você me pergunta, mas que raios então é o CARNAIRLANDA?

E o vídeo abaixo responde pra você. Com vocês, Carnairlanda, parte 2, final.


domingo, 24 de fevereiro de 2013

Capítulo 15: Carnairlanda, parte 1.

"Para viajar, basta existir."

Fernando Pessoa

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E a gente não cansa de aprender, com situações extremamente cotidianas, porém antes não vistas ou percebidas em seu real significado. Por exemplo? Receber visita. A primeira lida nesta frase, parece algo comum e óbvio. Porém, para mim, nesta experiência é mais uma coisa que colocarei no currículo.

Pela segunda vez, nesta viagem, recebi a visita de grandes amigos. E, como um bom anfitrião, ou quase isso, procurei fazer tudo da melhor maneira possível. E é incrível como você demanda um tempo nisso. Pensava o que será que eles gostam de comer, se eles vão chegar com fome do aeroporto, qual vai ser o cardápio da semana, deixar leite, manteiga, queijo, presunto e pão como comida básica disponível. Onde eles vão dormir? Tem coberta suficiente? Tenho que limpar e organizar o quarto (essa quase uma missão impossível!). E o resultado disso? Você acaba esquecendo metade, e vai se virando nos 30 durante a semana.

Em um geral, entre mortos e feridos, salvaram-se todos.

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Johnny, Gutão e Eu. Bruxelas, 2013.

EUROTRIP - A primeira, a gente nunca esquece. E a minha aconteceu nesta semana quando meus grandes amigos, Gutão e Johnny, vieram me visitar. E o melhor dela? Programamos 40%, e o resto a gente foi descobrindo no decorrer dos dias. Não que isso signifique algo positivo para você que está lendo isso agora. Em um vídeo no próximo capítulo do blog, vocês entenderão melhor do que estou falando.

Mas vamos lá. Comecemos então pelo começo, BRUSSELS.

Apesar do pouco tempo que tivemos para desfrutar dessa cidade, o resultado foi positivo. Para mim, de maneira especial, essa cidade tinha um significado familiar, pelo fato de meus pais e meus irmãos terem estado lá à 35 anos. Queria muito visitar o "Átomo", que além de ser um cartão-postal e de ter uma das mais belas vistas que já tive o privilégio de visitar, sempre vi nas fotos lá de casa, acompanhado de suas histórias. E não foi pra menos, o lugar é sensacional e, a cidade inteira branca de neve, deu um clima ainda mais legal e fotos mais bonitas. 

Johnny, Eu e Gutão e o Átomo ao fundo. Bruxelas, 2013.

Ainda tivemos a chance de ver a tão famosa estátua do menino fazendo xixi, Manneken Pis, que nada mais é do que uma estátua de 30 centímetros, escondida entre uma rua e outra, sem nada de mais. Imagina o quão felizes ficaram meus amigos, depois de alguns vários minutos tentando acha-la ao nos depararmos com o resultado? Pois é. 

A única crítica que faço a cidade de Bruxelas é em relação a dificuldade de achar alguém que falasse Inglês. Isso nos dificultou demais, e se não fosse um anjo da guarda de uma mulher brasileira (que não sabemos o nome) que encontramos no meio do caminho, teríamos desperdiçado muito tempo tentando nos achar. Já fica a dica para quem vai pra lá, aprenda a falar o básico de Francês, ou tenha sorte.

AMSTERDAM

Falou em Amsterdam, o pessoal mais jovem já começa a rir e fala: Seu Maconheiro! E, eu vou ter que dizer que... isso é muito real. Ô cidade que fede maconha, setáloko! Mas, tirando isso, Amsterdã é muito mais.

Sem dúvida nenhuma é o lugar mais diferente que já estive em minha vida, em vários sentidos. E aí você me pergunta: "Quais sentidos, Thiagão?", e eu não vou te responder. 

Brincadeira! Vamos lá. A arquitetura da cidade é sensacional, e ela está localizada abaixo do nível do mar, o que é muito louco. Vários canais e várias, mas várias bicicletas por todos os lados. Acho que é a cidade mais bonita que já visitei, me senti dentro de um filme. Porém, para sorte das pessoas, apenas me senti dentro do filme e o mesmo não está nos cinemas, porque viajar sem planejar, pode ser engraçado para nós, mas entediante para muitos. 

Johnny, Gutão e eu. Amsterdã, 2013.

Não reservamos hostel, e chegamos quebrados na cidade. Resultado? Se vira, negô. Uma hora e meia rodando, até acharmos o Hotel Marofa, digo, Manofa. 

Demos sorte com a temperatura, pegando um dia inteiro de sol, e o outro inteiro de neve. Cada um de nós escolheu um passeio, sendo estes Fábrica da Heineken, Bar de Gelo e Casa (Museu) da Anne Frank. Todos os passeios muito legais, mas para mim, a Casa da Anne Frank foi o mais interessante.

Para quem conhece a história, foi indescritível a sensação de estar no esconderijo da família, e sentir o clima nebuloso e pesado dentro da casa. Frases por todos os lados, e muitas coisas intactas desde aquela época. Na saída, comprei o Livro/Diário dela. Impressionante o talento que essa menina tinha em transmitir para o papel todos os seus sentimentos e angústias.

Viajar pela Europa é muito rico em questão de conhecimento geral e cultura. Nada como um povo que cultiva e mantém a sua história sempre presente. O velho mundo é realmente fascinante!

Após longos passeios, muito McDonalds, novas habilidades em dormir sentado, tentativa frustrada de dormir em uma estação de trem, passar o maior frio da nossa vida, ônibus e avião sem espaço nenhum e, risadas, retornamos para Dublin, lar doce lar. 

Que experiência fantástica poder viajar com dois grandes amigos. Daquelas viagens que serão eternizadas para sempre, não apenas em nossas memórias, mas em nossas rodinhas de amigos, e momentos nostálgicos no futuro. Valeu, e muito. E, como dissemos, é apenas a primeira de muitas. 

Gravamos um diário de bordo dessa viagem, e o próximo capítulo será a parte 2 deste Carnairlanda. Neste mesmo canal, mas não necessariamente nesta mesma hora.

See you, Folk's!

Thiago "Tôca" Santos

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Capítulo 14: So Far, so good!

"Você está errado se acha que a a alegria emana somente das relações humanas. Deus a distribuiu em toda a nossa volta. Está em tudo e em qualquer coisa que possamos experimentar. Só temos de ter coragem de dar as costas para o nosso estilo de vida habitual e nos comprometer com um modo de vida não convencional." 

Into The Wild

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E com vocês mais um vídeo (resumo) da minha vida aqui em Dublin, Irlanda. Obrigado por essa experiência, Senhor. Que privilégio!

Tem cinco minutos? Tá afim de achar um vídeo legal na internet? Então vai pro youtube e procura pelo Canal dos Barbixas ou do Porta dos Fundos. Caso contrário, clique no link abaixo: